
Mais 6 mulheres na psicanálise que você precisa conhecer
Uma pequena coletânea de psicanalistas pioneiras na psicanálise mundial.
Uma pequena coletânea de psicanalistas pioneiras na psicanálise mundial.
Já no início de sua prática, Freud percebeu que em algum momento, em todos os casos, os pacientes começavam a faltar, a manifestar certo descontentamento pelo terapeuta, a “não colaborar” com o andamento do tratamento… A isso chamou de resistência.
Após descrever o aparelho anímico, agora Freud nos fala sobre sua dinâmica, sobre as forças que se relacionam com o Eu e o Isso e como elas interagem entre si. O autor é tão didático que, para nos ajudar a acompanhar seu pensamento, usa como exemplo o que podemos facilmente observar nas crianças. Segurem um pouco essa nota, pois antes é preciso que vocês sejam apresentados ao conceito de pulsão.
Atenção: continue lendo o texto até o final, mesmo que o começo pareça nebuloso! Primeiro apresentaremos algumas ideias de base (bastante abstratas), mas ao longo do texto você encontrará elucidações e exemplos.
Nos anos 1930, Françoise Dolto (1908-1988) era uma dos doze psicanalistas trabalhando em solo francês. Atravessou em sua formação um momento turbulento, embrionário e fértil do movimento psicanalítico francês.
A belíssima entrevista concedida por Freud ao jornalista americano George Sylvester Viereck, em 1926, em que fala sobre a vida no alto de seus 70 anos.
Neste artigo, nos colocamos a favor da constante atualização da psicologia e da psicanálise, mas contra sua descaracterização ou: a uberização da saúde mental
Mulheres na Psicanálise: Neusa Santos Souza. Tornar-se Neusa. Neusa Santos Souza foi uma psicanalista e psiquiatra brasileira que nasceu em 1948 na cidade de Cachoeira, na Bahia, e faleceu em 2008 na cidade do Rio de Janeiro. Durante sua passagem no Rio, pôde desenvolver seus estudos, exerceu a clínica psicanalítica,
A primeira questão que Freud se coloca a responder no texto “A questão da análise leiga” é se deveria ser permitido a não médicos (chamados leigos) exercer a profissão de psicanalista e porquê.
“Arruinados pelo êxito”, assim Freud define aqueles que, diante de uma conquista ou da iminência dela, caem em franco sofrimento, podendo inclusive desfazer ou não permitir a conquista. Não seria essa a problemática quando nos perguntamos se estamos nos autossabotando? Seria mesmo possível começarmos a fazer tudo dar errado, quando justamente tudo caminha para dar certo?
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